Carte da trionfi

A riqueza semântica de um deck de tarô é realmente mágica.
Seja na estética medieval de um Tarô de Marselha, na síntese de um Waite ou no vigor de um Crowley, cada detalhe remete a uma variedade infinita de combinações arquetípicas e podem dar margem a surpreendentes e eficientes interpretações.
Hoje dei uma olhada num projeto muito interessante da fotógrafa belga Alice Smeets, que trabalhou junto dos artistas do grupo Atis Rezistans (artistas resistentes), de Porto Príncipe, Haiti.11233526_10153207385405325_130032568811619939_n
A recriação baseada em elementos do Waite me pareceu poderosíssima. Taí mais um deck que me deixou na vontade de aprender a interpretar o tarô.

O outro deck que me encanta de sempre é o Tarô de Brasilia, de Marlene Godoy. A artista plástica na década de 1990 levou ao jogo por meio de suas telas, os intricados arquétipos vivenciados pelos candangos. Esse tema também seria uma ótima inspiração para uma releitura fotográfica/imagética (transmidiatica, hipermultimidiatica) dessa região tão intensa de misticismo que é Brasilia e adjacências. Trunfos, triunfos e sorte. Cartas lançadas.tarogodoy

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Autor: >Lila

jornalista, vicionauta, blogueira, muito interessada em educação e comunicação [social, visual, digital] (professora, aluna, pesquisadora, mãe, filha e avó em ordem randômica de tempo, espaço e sensações )

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