Ainda tenho uma força

que me impele a caminhar, bater de frente e não deixar-me a esmo. Tenho ainda aquela força necessária quando me é dito: Começa! (Age!/vai!) Eu ainda tenho a força de olhar ao meu redor, misturando as palavras com dois ou três vícios no dia; De eu mesmo escolher quem eu queira sempre em minha camisa. Vivo sempre aqui comigo Entre aqueles que sempre estiveram e os que não sabemos se estão. Pelo mundo andei Do mundo retornei ainda vivo Eu ainda tenho a força para ficar lá para contar as histórias que eu já vi e aquelas a assistir. E todos aqueles erros que por uma razão ou outra eu repito. Eu ainda tenho a força de também pedir perdão e fazer o jogo jogando fora de casa. E no entanto, dizer-lhes que a minha parte, eu a quero garantir. Vivo sempre aqui comigo Entre aqueles que sempre estiveram e os que não sabemos se estão Dentro do mundo andei Do mundo retornei ainda vivo Eu ainda tenho a força e veja que está convém para tornar mais leve o peso das memórias e honrar os amigos que se foram: “Nos veremos mais tarde, mais tarde… Depois!” Vivo sempre aqui comigo Entre aqueles que sempre estiveram e os que não sabemos se estão Com o mundo andei Do mundo retornei ainda vivo Tentativa de tradução de Ho Ancora La Forza,(2000/2001) Guccini/Ligabue http://www.youtube.com/watch?v=qJRzYrwHw-4

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Autor: >Lila

jornalista, vicionauta, blogueira, muito interessada em educação e comunicação [social, visual, digital] (professora, aluna, pesquisadora, mãe, filha e avó em ordem randômica de tempo, espaço e sensações )

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