doce e viva

A primeira coisa que queria dizer é que se você desconfia mesmo que de leve que tem algo diferente em sua saúde, procure atendimento médico. Mais de uma vez fui salva pelo gongo em minha vida de fênix.
E dessa vez não é diferente.
Foi um ano intenso de redescoberta e isso o tornou mais gratificante. Entrei 2014 obesa, hipertensa, desmotivada, com queda de cabelos, ressecamento da pele e com sensações que oscilavam entre cansaço extremo, muita sede e garganta seca, visão turva, dormências em todo corpo e dores e câimbras nas pernas e pés. Contudo precisei de médicos me alertarem e me alarmarem que com índice glicêmico acima de 12,8 as coisas iam muito mal. Susto tomado. Corri atrás de saídas.
Estudei artigos científicos sobre o tema. Li depoimentos e vi imagens horripilantes no google. Reforcei as caminhadas matinais que já vinha fazendo; entrei na hidro, adotei a dieta prescrita pela nutri, ingressei no programa Doce Desafio da UnB. Passei a me esforçar pra cultivar o bom humor e auto-aceitação de forma veemente, mesclando dentro de minhas capacidades minha intuição, a formação filosófica, o conhecimento doutrinário espírita, o budismo que minha amiga Ivana me compartilhou, o ho’oponopo, a seicho-no-ie e toda sorte de opções que me ajudavam a estabilizar o humor e enfrentar os medos. Um ano e tornei-me o melhor milagre de mim. de 85 quilos cheguei a 66, de índice glicêmico altíssimo retornei com o controle continuo a um patamar fantástico de normalidade. Das sequelas. nenhuma mais. Ao ponto de médicos e enfermeiras surpresos duvidarem da minha condição Mellitus. Já me chamaram de forte, de corajosa, de disciplinada. A verdade verdadeira no entanto é que tive medo. O que me mantem firme é puro cagaço, repito aos que perguntam a minha receita milagrosa. Mais que vontade, é o medo das sequelas, o medo de pesar para minha família. Não tenho direito de jogar fora mais essa oportunidade de me vencer que a vida concedeu. Baseado no post Quando estava diabética e não sabia… http://www.diabetesedai.blogspot.com.br/2012/01/quando-estava-diabetica-e-nao-sabia.html sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

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Autor: >Lila

jornalista, vicionauta, blogueira, muito interessada em educação e comunicação [social, visual, digital] (professora, aluna, pesquisadora, mãe, filha e avó em ordem randômica de tempo, espaço e sensações )

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