cada um, de cada todo

Boa vontade e diligência nem sempre significam que as coisas vão certo. As vezes alguém  que se arvora a ajudar no impulso super que bem intencionado provoca consequências inesperadas e constrangedoras. Quantas vezes alguém descobre que ajudaria mais se ficasse quieto.
Tem uma sequência no filme Nosso Lar que retrata bem esse tipo de situação.

O médico André Luiz , afoito por trabalhar após longo tratamento de cura, se auto-avalia preparado para atuar no auxílio a enfermos. E supondo uma oportunidade, tenta aplicar as técnicas que de certa forma achava dominar (e de fato até dominava em outros contextos). Entretanto, sua intervenção  provoca uma reação de piora do quadro do paciente. Pra completar o próprio se descontrola na ansiedade de se afirmar e egoticamente  brada a arrogância da própria sapiência. Lição de fixação: Cai doente ao lado da outra paciente.

Enfim, sempre consola saber que nem esse estado da ânsia de ser útil é permanente, cada chance de aprendizado vai nos colocando mais humildes e melhor dimensionados em relação as nossas competências no contexto da coletividade.

Que o mestre sempre se apresente quando o discípulo estiver pronto.

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Autor: >Lila

jornalista, vicionauta, blogueira, muito interessada em educação e comunicação [social, visual, digital] (professora, aluna, pesquisadora, mãe, filha e avó em ordem randômica de tempo, espaço e sensações )

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