boas e tradicionais ilusões natalícias

Tudo começa com Papai Noel, guloseimas e luzes. Nada como o brilho ingênuo dos olhos infantis. Entretanto, a dura verdade quando se tem 7 ou 8 anos, leva o bom velhinho. Então nos confortamos na beleza do auto de Natal e as épicas figuras do Presépio. Na adolescência, a matemática, a lógica e a história respondem a questão do aC dC e o ano UM vira uma incógnita. Junto com ele tantas outras convicções passam a ser analisadas mais racionalmente. As vezes radicalmente.
Os tradicionais encontros familiares que  “unem” aquele tanto de gente, a cada ano passam a destacar diferenças que ficaram em segredo ou desapercebidas por décadas. Praticamente  dramatizações realistas de crônicas pra lá de rodrigueanas. Algumas vezes tendem para Sófocles, outras para Shakespeare. No geral Freud deve explicar.
Os amigos ocultos que nem são tão ocultos e nem tão amigos. As licenças de fim de ano que viram gincanas de compras e as vezes cansam mais que todos os outros dias trabalhados.  Sempre um rebuliço sentimental de saudade dos que não estão de impaciência com os que são. Saudade, nostalgia, histeria, emoção.
Sem hipocrisia, dia 25, de fato é o dia da preguiça, da ressaca e da folga;  ficando cada vez mais espremido entre o os preparativos de 23, os excessos  do 24 e a já tradicional corrida as lojas pra trocar nas lojas os presentes que “são a sua cara”. Somos seres pra lá de especiais.
Nada tira o ânimo de repetir tudo de novo e de novo a cada dezembro. E até começa a ter graça ser assim.

Vamos percebendo o que importa de verdade não está fixo em um ano, em uma data, em uma época. Que há algo maior que preenche e dá sentido a tudo. Não é racional. Uma mensagem profunda revelando o quanto podemos ser melhores em tudo. Algo que transcende a qualquer coisa.
… Ao próximo com a ti mesmo.
Não importa quando foi dita a primeira vez. Não importa quem a disse. O fato é que é necessário crer e trabalhar para que continue fazendo sentido todos os dias. E se precisamos mesmo de  marcar datas, que seja! Por que não???
Nada de marras! Serenidade, alegria, respeito, humildade, solidariedade, caridade. Ainda que eu falasse a língua dos anjos…
Então, se não dá pra ter certeza do dia, do mês do ano. Que as festas de dezembro continuem!!!! 
Doe doe-se.
Que se celebre diariamente: a tolerância, a cooperação, a simpatia, a paz, a harmonia, a COEXISTÊNCIA e o AMOR. Não é 
necessário crer, somente se permitir a leveza de ser Humano. Relaxe e curta as festas do “fimde” ano. Há um Amor incondicional, incomensurável, onipresente e onipotente que nós dá a graça de habitar esse pequeno globo. Festejemos todos e cuidemos de nosso lar e uns dos outros.

Ah! eu tenho a sorte de conhecer alguém muito especial que com certeza nasceu no dia 25 de dezembro.  Todo dia agradeço por isso também!

Por que o Natal é comemorado em 25 de dezembro?

…A escolha da data não tem nada a ver com o nascimento de Jesus. Os romanos aproveitaram uma importante festa pagã realizada por volta do dia 25 de dezembro e “cristianizaram” a data, comemorando o nascimento de Jesus pela primeira vez no ano 354. A tal festa pagã, chamada de Natalis Solis Invicti (“nascimento do sol invencível”), era uma homenagem ao deus persa Mitra, popular em Roma. As comemorações aconteciam durante o solstício de inverno, o dia mais curto do ano. No hemisfério norte, o solstício não tem data fixa – ele costuma ser próximo de 22 de dezembro, mas pode cair até no dia 25.
A origem da data é essa, mas será que Jesus realmente nasceu no período de fim de ano? Os especialistas duvidam. “Entre os estudiosos do Novo Testamento e das origens do cristianismo, é consenso que ele não nasceu em 25 de dezembro”, afirma o cientista da religião Carlos Caldas, da Universidade Mackenzie, em São Paulo. Na Bíblia, o evangelista Lucas afirma que Jesus nasceu na época de um grande recenseamento, que obrigava as pessoas a saírem do campo e irem às cidades se alistar. Só que, em dezembro, os invernos na região de Israel são rigorosos, impedindo um grande deslocamento de pessoas. “Também por causa do frio, não dá para imaginar um menino nascendo numa estrebaria. Mesmo lá dentro, o frio seria insuportável em dezembro”, diz Caldas. O mais provável é que o nascimento tenha ocorrido entre março e novembro, quando o clima no Oriente Médio é mais ameno. via Mundo estranho http://goo.gl/GE4ACM

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Autor: >Lila

jornalista, vicionauta, blogueira, muito interessada em educação e comunicação [social, visual, digital] (professora, aluna, pesquisadora, mãe, filha e avó em ordem randômica de tempo, espaço e sensações )

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