twits em + 115 páginas

Usei hoje o aplicativo tweetbook.in para gerar um arquivo pdf dos meu tuits.
Foram  mais de 115 páginas.
E olha que minha média diária de postagens não é tão regular. Mas fiquei pensando muito nessa coisa da limitação em 140 caracteres. Praticamente uma filosofia de síntese da informação.
Ao menos para alguns.
Boa parte no entanto, constato ao ver as minhas time lines, usa a ferramenta não por essa característica de objetividade. Alguns (as vezes também faço isso) resgatam o espírito dos chats com diálogos com feedback instantâneo, outros usam com um formulário de blog e postam seguidamente construindo textos muito grandes, quase artigos, se considerarmos  a razão e proporção da limitação básica de do serviço.
Quantos tentaram e não conseguiram resumidadamente responder a pergunta original: O que você esta fazendo? Já era difícil descrever em duas linhas.

Agora então, uma tentação maior, quase um desafio: 140 caracteres para dizer o que há de novo. E da-lhe blogalização, orkutização, facebookzação e irc/mirczação e chateação, nos dois sentidos.
A característica que se sobressai na intenção de alguém publicar um twitt, para mim, é a instantaneamente da disponibilização da informação. Acesso rápido a uma massa de interlocutores. Depois vem a repercussão pelos RTs,  e  interação e a interação dos DM e respostas.
Na posição de receptor,  já começa se definir um padrão, na seleção de quem entra, permanece ou saí de uma timeline.
Adicionar ou não alguém tem valor de troca implícito. Dá alguma dimensão de poder, de influência.
Os lideres de audiência, são acompanhados por um séquito, quase sempre bajulador.
Entretanto, mais ou menos gente agrupada não está diretamente relacionado com a qualidade das informações recebida e enviadas.

A satisfação muitas vezes é similar a dos voyers de orkut ou facebook, que usam o serviço do twitter como ávidos espectadores de realities.

São valores e expectativas que transitam na àgora ciberespacial estimulados e acompanhados como termômetro de tendências e repercussões.

Será coincidência os usuários serem reconhecidos como seguidos (Follows) e seguidores (Followers)?

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Autor: >Lila

jornalista, vicionauta, blogueira, muito interessada em educação e comunicação [social, visual, digital] (professora, aluna, pesquisadora, mãe, filha e avó em ordem randômica de tempo, espaço e sensações )

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