check-up

Nunca gostei de ir ao médico. Tenho fé que o mel e o propolis resolvem tudo o que a água de coco não cura. Meu melhor consultório era a vivência dos outros junto com um cruz-credo, amém. Os tratamentos e receituários sempre foram os chazinhos e mirabolantes receitas de vovós. Ou em casos mais sérios, o balconista da farmácia mais próxima. Hospital? Na emergência extrema.
Tempos novos. Nessa convalescença já visitei mais de 4 especialistas em pelo menos 2 consultas em cada mês desde maio. Isso  fora as idas ao posto do plano de saude por conta das autorizações.  E tome raio-x, tomos, ecos, ultra, videos, ressonâncias, agulhadas e potinhos dos exames. tanto exame que acho que passei do patamar de livro aberto para full open source. 
Agora além preencher o tempo com os fichamentos dos textos que deveria ler intensamente e escrever minha pesquisa, tenho que me organizar para seguir a risca os procedimentos com horários de medicação, dieta e prevenção.
Brasilia: obras, frio, fumaça, poeira e seca. Daí mais atenção para fazer o antibiotico funcionar.
Por precaução e experiencia, num tomo nem remédio pra dor de cabeça sem orientação. Mantenho por segurança, o mel, o propolis e a água de coco. Moderadamente.

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Autor: >Lila

jornalista, vicionauta, blogueira, muito interessada em educação e comunicação [social, visual, digital] (professora, aluna, pesquisadora, mãe, filha e avó em ordem randômica de tempo, espaço e sensações )

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