adaptações

https://i0.wp.com/extra.globo.com/fotos/2009/04/08/08_MVG_adriano_091.jpgDe alguma maneira eu entendo o Adriano.

Na verdade não sei dos seus motivos pessoais, nem dos riscos profissionais de suas atitudes…  Mas quando ouvi  um depoimento ele desejando ficar  na área dele. me lembrei de umas pessoas que vivem fora do nosso país.

Quando retornam  reencontram uma liberdade que não tem como atingir lá fora.

É difícil imaginar o que é ser extracomunitario, mesmo sendo rico, por que de certa forma não é só o dinheiro é  a cultura, os hábitos e  a baixa sintonia.

Faz falta o feijão, faz falta sentar no meio fio, andar descalço ou sem camisa. Ouvir estoris de fila de banco.  Olhar nos olhos do outro.  Brasilimodos que não se reproduzem nem em cativeiro, nem em outros idiomas.

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Autor: >Lila

jornalista, vicionauta, blogueira, muito interessada em educação e comunicação [social, visual, digital] (professora, aluna, pesquisadora, mãe, filha e avó em ordem randômica de tempo, espaço e sensações )

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