nas madrugas

A festa está chegando ao fim. Estamos realmente sem referencia de horário e acho que boa parte dos colegas jornalistas que perambulam dioturnamente pelo MPC. Que fantástica torre de babel.

Conheci dois jornalistas Angolanos, muito gente boa e o melhor ouvir a sonoridade do português. Nossos amigos voluntários e recepcionistas do hostel também se esforçam, já falam um ói, um teau.
Outro dia um pobre italiano que deveria estar com um banzo semelhante ao meu dialogou comigo em italiano. KKK. Ele disse que fui bem. Capaz!
Os espanhóis, venezuelanos e outros latinos desde que notaram a similaridade sonora já cumprimentam com um hola, um buenos dias. O portugueses que vi nos olham, mas não param pra falar. Não dá muito tempo pra parar e conversar. O MPC é quase uma segunda casa, já que estamos sempre chegando tarde e sempre depois do toque de recolher  do hostel.

Dia cheio amanhã. maratona, Brasil e china e encerramento. Ficaremos no MPC. Ninguém merece a cidade bloqueada como foi na abertura dos jogos.

Pegar ônibus a qualquer hora: uma credencial: entrar no cubo, no ninho e em todas as arenas: uma credencial. voltar pra casa no hutong e descansar não tem preço.
Minhas pernas já não são minhas.

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Autor: >Lila

jornalista, vicionauta, blogueira, muito interessada em educação e comunicação [social, visual, digital] (professora, aluna, pesquisadora, mãe, filha e avó em ordem randômica de tempo, espaço e sensações )

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