Nem aqui, nem na China

Se alguém me perguntasse quais seriam meus destinos, certamente a China não figuraria entre os primeiros. Graças a mítica muralha estaria na lista, no finalzinho e com reticências. Um caminho de meio mundo.  Pesado demais. Por questões financeiras, de proximidade e de prioridade, a lista começaria certamente com litoral brasileiro, cidades históricas mineiras, missões no sul, Córdoba, Patagônia, civilizações pré-colombianas, Europa básica.
Mas a vida não é assim. Roda moinho, roda Gigante, a gente meio que Jumper agradece que a vida não segue roteiro. E lá vou eu. China.

O que esperar?
Primeiro o compromisso com o trabalho. Jornalismo. Cobertura dos Jogos Paraolímpicos com olhar de quem está lá.  Digital? Sabe-se lá. Mas sem rasgar seda, tenho uma boa equipe de jovens repórteres, de dar inveja em qualquer Caco Barcellos. Responsabilidade e compromisso. Eita professora chata.
Bom, o trabalho está pra ser conferido no blog dos alunos e em vários sites parceiros como a EBC.

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Autor: >Lila

jornalista, vicionauta, blogueira, muito interessada em educação e comunicação [social, visual, digital] (professora, aluna, pesquisadora, mãe, filha e avó em ordem randômica de tempo, espaço e sensações )

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