menções


De verdade, percebo que a média dos alunos só se dá conta da proposta e da importância, tanto do exercício técnico, quanto da reflexão teórica proporcionadas pela experiência na universidade quando saem de lá. Há uma lógica atravessada enraizada na postura estudantil que coloca o que é proposto como ou castigo ou punição (“…aquele professor carrasco!”), esforço desnecessário (“…nunca vou precisar disso!”), tarefa de gincana (“…fiz primeiro!”). Uma tendência, que graças a Deus não é ampla maioria, de limitações pouco criticas de achar que a proposta se esgota ali, terminei a tarefa to liberado de aprender!


Casos e casos, cada um com sua particularidade, volta e meia atendo ex-alunos com perguntas já respondidas, com dúvidas incruadas que bastava puxar pela memória, ou pelo google mesmo.

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Autor: >Lila

jornalista, vicionauta, blogueira, muito interessada em educação e comunicação [social, visual, digital] (professora, aluna, pesquisadora, mãe, filha e avó em ordem randômica de tempo, espaço e sensações )

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