em casa

Ver Brasília do céu, chegando na cidade em 21 de abril, deu vontade de compor algo similar na emoção de tornar a casa, como a canção Corcovado.
Não uma paródia. 
Algo que transparecesse o carinho e a emoção de perceber o quanto minha cidade referencia minha vida, minha forma de ver o mundo.
Uma canção que a descrevesse, porém sem poetizar eufemisticamente sobre suas mazelas provocadas de “cidade grande em espaço compacto”. Desrespeitada por quem deveria entender que Patrimônio de verdade não se vincula apenas a monumentos e “inovações” quase anacrônicas no percurso dos 48 anos desde sua invenção.
Patrimônio da humanidade é a manifestação do desejo de um novo Brasil de presente, mais que futuro. Não um laboratório de politicagem, de derespeito a memórias e aspirações de uma nação.
Eu acho coisas lindas em cada cantinho que conheço no Brasil e fora também, mas minha alma, minha essência, só se torna plena quando contornadas pelo céu, pelo cerrado, pela luz, e por tudo aquilo que está implícito em ter nascido brasiliense e gerado brasilienses.

Se teu amor for hipocrisia…

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Autor: >Lila

jornalista, vicionauta, blogueira, muito interessada em educação e comunicação [social, visual, digital] (professora, aluna, pesquisadora, mãe, filha e avó em ordem randômica de tempo, espaço e sensações )

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