para não dizer que não falei de flores

Que a realidade é dura todos sabemos. E o Datena, sonho de consumo do Brito Jr., não nos deixa esquecer. Mas essas catarses coletivas, a la dia de cão, que a imprensa empurra sentidos a dentro são no mínino estressantes, e de fato: em que contribuem do ponto de vista noticiabiliadade, da investigação e do serviço cidadão?
É uma overdose diária quase histérica, quase sádica, muitas vezes hipócrita, geralmente especulativa, do primeiro bom dia noticioso até o último durma bem, se puder.
Alguém zela pela lucidez do pobre espectador? Ou mesmo de “jornalistas” arautos de toda sorte de misérias humanas? Tem uma ambulância com desfibrilador ao lado de cada estudio de jornal? Hora dessas um caí estatelado e vira notícia.
Enquanto isso, eu e mais um bando de pontos de ibope, vagamos via teclas dos controles, dos cabos e do ciberespaço em busca de alguma sensatez que nos dê garantias.

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Autor: >Lila

jornalista, vicionauta, blogueira, muito interessada em educação e comunicação [social, visual, digital] (professora, aluna, pesquisadora, mãe, filha e avó em ordem randômica de tempo, espaço e sensações )

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