da cobertura do UCbnews

Desrespeito – Durante a disputa, as vaias foram constantes. Cada tombo ou desequilíbrio dos rivais brasileiros levava o público ao delírio. A torcida foi apontada pelos ginastas como um fator fundamental para o resultado, mas também causou incômodo.

Na entrevista coletiva depois das premiações, o técnico da seleção chamou a atenção para o fato de que “independentemente dos resultados, os adversários mereciam ser respeitados”. Lais Souza reforçou a crítica. “Não estamos numa partida de futebol, vôlei ou basquete. Temos de dar força uns aos outros, porque um dia quem pode cair sou eu e não gostaria de ser vaiada por outra torcida”, disparou.

Desde o início da disputa, às 13h50, o ex-jogador de basquete Oscar Schmidt encarnou o papel de mascote da torcida brasileira, induzindo-a a vaiar, principalmente, quando algum atleta norte-americano entrava na arena.

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Autor: >Lila

jornalista, vicionauta, blogueira, muito interessada em educação e comunicação [social, visual, digital] (professora, aluna, pesquisadora, mãe, filha e avó em ordem randômica de tempo, espaço e sensações )

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