maio 2005

29/05/2005 23:42
Naveganças..

Depois de tanto trabalho, às naveganças. Adoro ir nas corrente dos links cavando coisas interessantes, inteligentes, as vezes bizarras, inusitadas. Voltei no blog Jol que matinha até o blig me estipular várias restrições e me espantei por que haviam comentários! Respondi alguns, espero que ainda sejam válidos.
Lila Ribeiro | comentários

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28/05/2005 12:09
Tribos!!!

Você é jornalista? Me desculpe, mas ô raça!!! Não sei como se mede a opinião pública em geral, mas no meu entorno, de gente comum, quer dizer, gente que não é da dita “raça” -médicos, advogados, caminhoneiros, policiais, domésticas, militares, secundaristas, açougueiros, sociólogos, balconistas -, tenho escutado continuamente isso.
“São jornalistas e suas matérias detalhadas que ensinam os sequestradores, falsificadores e bandidos em geral as melhores técnicas e também as dicas de como não agir”.
São eles que “servindo o interesse não sei de quem ateiam crises e depois não informam o que sobrou nas cinzas. Que endeusam e matam, que repetem discursos”. Que nivelam, que “superficializam o cotidiano” . E por aí vai.
Escuto, algumas vezes calada, algumas vezes tento um argumento. Sempre rebatido com um exemplo que deu na TV, no rádio ou no jornal.
“Liberdade de imprensa?” “Mais para liberdade da imprensa”.
“Porta-voz da sociedade?”“Só daquela que paga”
As críticas serão totalmente equivocadas?

Lembro da frase do
All , Diabão, Pacino
no fim do Advogado do Diabo:
“A vaidade, com certeza, é o meu pecado predileto”

Vá de retro!!!

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Lila Ribeiro | comentários

Enviado por: Luiz Felipe Fontoura
Data de Envio: 29/5/2005 12:01:00
Blog: http://www.paginaquente.blog-se.com.br
VOCÊ PAGARIA R$ 50 OU MAIS PARA VER UM JOGO DA SELEÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL? RESPONDA NA ENQUETE DO http://www.paginaquente.blog-se.com.br NA PARTE SUPERIOR DO BLOG DESDE JÁ OBRIGADO.

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26/05/2005 11:03
ueeeeeee
Não consigo visualizar o meu blog pelo link ponto.blog-se.com.br, apenas pelo editor! Pior sumiram minhas últimas mensagens…

sobre escravidão o dia seguinte: um dia depois do 13 de maio.. sobre jornal artefato digital, trabalho dos meus alunos de jornalismo digital e os textos de autocritica ;
sobre as aventuras de patins em família…sumiram novamente sem nenhum vestígio, sem nenhum aviso.
O que será que houve?

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Quero voltar ao projeto digital.jor, tenho que fechar mais um módulo da pós e vou aprender andar de patins!!
Lila Ribeiro | comentários

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26/05/2005 11:42
Como surge o Estresse?
Cansaço… ainda tenho muito a cumprir…mas as coisas vão melhorar!
Na UCB estou na fase de lançar frequências, finalizar correções de tarefas e lançar notas. Têm trabalhos legais, alunos interessados, esforçados e interessantes, isso estimula.
Os meninos de Comunicação Digital estão colocando os links dos sites pesssoais no digital.zip.net.
Estou publicando os trabalhos da turma de Design no flog Design para que não é designer.
As duras o artefato. digital, da turma de Jornalismo Digital está no ar com bastante matéria, com um bom número de acessos e alguns comentários.

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A Revista Persona, freela e dor de cabeça, já está na gráfica e graças a mãe natureza choveu muito ontem e melhorou a umidade nesse deserto de concreto e terra vermelha. Ou seja: tudo conspira a favor!!!
Não vou morrer dessa vez!!! Hurra!!

Onde age o stress:

O mal-estar do início da semana foi terrível, não consegui trabalhar e fiquei em observação no hospital. Seca e excesso de trabalho somado a noites insones, café e má alimentação dá nisso.
Aonde fica o limite?
Xô estress!!!!
Em tempo:
A Fenaj vai realizar um encontro sobre a saúde do Jornalista, pena que é em Sampa e terei que acompanhar o que for divulgado online. Mas o assunto é de fundamental importância e a gente sempre deixa de lado até descobrir da pior forma a importância de prevenção.
Lila Ribeiro | comentários

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17/05/2005 00:43
Assunto:Amor…..
>>FALANDO DE DISTÂNCIAS ENTRE CORAÇÕES
>> algumas vezes recebemos spans legais…
>>( Mahatma Gandhi )
>>
>>Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos:
>>”Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?”
>>”Gritamos porque perdemos a calma”, disse um deles.
>>”Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?”
>>Questionou novamente o pensador.
>>”Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça”,
>>retrucou outro discípulo.
>>E o mestre volta a perguntar:
>>”Então não é possível falar-lhe em voz baixa?”
>>Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.
>>Então ele esclareceu:
>>”Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido?
>>O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas,
>>seus corações se afastam muito.
>>Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se
>>mutuamente.
>>Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir
>>um ao outro, através da grande distância.
>>Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?
>>Elas não gritam. Falam suavemente. E por que?
>>Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena.
>>Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente
>>sussurram.
>>E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se
>>olham, e basta. Seus corações se entendem.
>>É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.

Lila Ribeiro | comentários

Enviado por: João Paulo
Data de Envio: 19/5/2005 13:24:00
Blog:
Cára Liliana, essa reflexão é muito linda álem d muito sábia adorei!!! Se vc puder mande + para meu email. joaopauloeuzebio@bol.com.br

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08/05/2005 06:02
Anche io

Non ho parole.
Ma te amo lo stesso.”


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01/05/2005 17:19
Mandala da Bisa Geralda
Nessa toalha de crochê, feita com sobras de linha, li um pouco da história de uma mulher. São 94 anos e muitos novelos para crochetear.

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Ouvi quando alguém leu a mensagem a abaixo dia desses e eu corri no google pra achar.
Porque de certa forma me reconheci naquelas palavras.
Reconheci também minha mãe e a cada dia descubro o quanto deve ter sido difícil para ela também ter cuidado das suas crias.
Hoje até admito que ela poderia ter sido bem mais má… Mães Más
Um dia, quando os meus filhos forem crescidos o suficiente para entenderem a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de dizer-lhes:
Eu os amei o suficiente para ter perguntado: onde vão, com quem vão e a que horas regressarão”.
Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio, e fazer com que eles soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
Eu os amei o suficiente para fazê-los pagar pelas balas que tiraram da mercearia, ou revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono: “Nós pegamos isto ontem e queríamos pagar”.
Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé duas horas junto deles, enquanto limpavam o quarto: tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
Eu os amei o suficiente para deixá-los ver além do amor que eu sentia por eles, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.
Eu os amei o suficiente para deixá-los assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes NÃO, quando eu sabia que poderiam me odiar por isso – e em alguns momentos até me odiaram.
Essas eram as mais difíceis batalhas de todas.
Estou contente, venci… porque no final eles venceram também!
E qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entenderem a lógica que motiva os pais e as mães, meus filhos vão lhes dizer, quando eles lhes perguntarem se a sua mãe era má: “Sim… Nossa mãe era má! Era a mãe mais má do mundo…”
As outras crianças comiam doces no café da manhã, e nós tínhamos de comer cereais, ovos e torradas.
As outras crianças bebiam refrigerantes, comiam batatas fritas e sorvete no almoço, e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas.
E ela obrigava-nos a jantar à mesa, bem diferente das outras mães, que deixavam os filhos comerem vendo televisão.
Ela insistia em saber onde nós estávamos a toda hora – tocava nosso celular de madrugada.
Era quase uma prisão; mamãe tinha que saber quem eram os nossos amigos e o que eles faziam.
Insistia que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorasse só uma hora ou até menos.
Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela violou as leis de trabalho infantil.
Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e todo o tipo de trabalhos que achávamos cruéis.
Eu acho que ela dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer.
Ela insistia sempre conosco para lhe dizermos a verdade, e apenas a verdade.
E quando éramos adolescentes, ela até conseguia ler nossos pensamentos.
A nossa vida era mesmo chata.
Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que nós saíssemos.
Tinham que subir, bater à porta para ela os conhecer.
Enquanto todos podiam voltar à noite com 12, 13 anos, nós tivemos de esperar pelos 16 para chegar mais tarde, e aquela “chata” levantava para saber se a festa foi boa – só para ver como estávamos ao voltar.
Por causa de mãe, nós perdemos algumas experiências da adolescência.
Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubos, atos de vandalismo, violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.
Foi tudo por causa dela.
Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos fazendo o nosso melhor para sermos “Pais Maus”, tal como a nossa mãe foi.
Eu acho que é um dos males do mundo de hoje: não há suficientes
“MÃES MÁS”.
Lila Ribeiro | comentário

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Autor: >Lila

jornalista, vicionauta, blogueira, muito interessada em educação e comunicação [social, visual, digital] (professora, aluna, pesquisadora, mãe, filha e avó em ordem randômica de tempo, espaço e sensações )