Versão grátis de Pure Design, livro de um dos grandes designers de jornais e responsável pelo redesenho de mais de 500 veículos pelo mundo. O livro de Mario García traz em 222 páginas, dicas variadas e uma série de soluções de design baseadas em sua experiência de décadas na prática de design. Da concepção, a formatação de páginas, a seleção de fotos, o uso e escolha do conteúdo, a definição de uma paleta de cores, a adequação tipológica para jornais, revistas, livros e sites entre outros. A versão pode ser lida online ou descarregada via Isuu e foi disponibilizado pelo próprio autor. O texto está em inglês
A dica foi recuperada via Bloc de periodista que linkou de Leo.
Il cielo grigio mi ricorda:
freddo (cane);
dolce fragolino (o lambrusco);
pasta ed valeriana;
La Mamma ed coccola;
famiglia
Ligabue.
me manca…
manca a me…

III Conferência Brasileira de Comunicação e Tecnologias Digitais. Minha mesa foi diversificada e muito interessante.
Com os dois pés no chão, chegando a 40 sessões de fisioterapia já me sinto muito bem. O exercício de paciência não é fácil, nem a ansiedade por tudo que fica em stand by. As caminhadas no parque e a capoeira ficaram pra traz nesses meses, junto com viagens, congressos, shows, trabalho e qualquer coisa que forçasse um pouco mais. Tem pouco mais de duas semanas que voltei a dirigir, moderadamente. Longas distancias e muito uso da embreagem ainda fazem o pé inchar e ficar dolorido. Agora a tornozeleira é acessório, junto com a bolsa de gelo em gel e os sapatos rasteiros.
que dizem tudo:

Esse info foi acessado pelo navegador de tags em danicapaiz.wordpress.com que achou em www.swiss-miss.com que viu em www.ignant.de que citou ragbag.tumblr.com e linkou http://createordie.de e por aí foi.
Quem criou o gráfico, de verdade não descobri.Como um bom link geralmente leva a outro, vale acessar cada um dos blogs e descobrir coisas interessantes. Umas como essa acima. Nem precisa falar alemão pra ser agraciado com a riqueza de informação.
Que pé mais chato! Comecei a fisio esta semana e já me arrasto um pouco mais graciosamente. Ir até lá, na clínica, tem ajudado até na minha
paciência com esse processo de recuPÉração, mais lento que eu podia imaginar.
Sorte poder contar com minha babá quase perfeita que me aturou nesse um mês de molho.

Quase um cativeiro, não fosse por meus livros e o computador para compensar a companhia de tardes insones e tediosas dialogando com a Sonia Abraão, Leda Nagle e o Datena.
Em um mês, além das saídas para as visitas médicas, tive o prazer de conhecer, comemorar o aniversário do Gilvan, que me deu uma injeção de ânimo e mostrou a pequenez de um pé torcido e outras bobagens passageiras. (Esse cara merece um post especial como ele). Também fui reforçar ao menos a palma e o coro na capoeira, sentadinha.
E para coroar, minha madre-tereza-pessoal, irmã sorriso, me levou até a unb. Momento realização. (a acessibilidade quase nula no minhocão merece um post reclamação depois).
Espero que essa próxima semana me traga a boa notícia da recuperação total para enfim poder tomar pé de toda minha vida, passinho por passinho.
Uma ideia simples para matar o tempo. Você escolhe o tema, as palavras e o grau de dificuldade. A distribuição das letras fica por conta do gerador on-line. O site onde achei essa versão de caça palavras é voltado para desenvolver atividades escolares. Uma boa busca pela web deve apresentar versões bem mais elaboradas.
É simplinho. Como a língua nativa é o inglês, não aceita acentos, cedilha ou til. também não permite mudanças na interface, apenas a impressão e o PDF. Mesmo assim dá para inventar passatempos para testar a própria concentração ou compartilhar com quem se desejar. Da lista acima levei 2 minutos para encontrar todas as palavras. Na abaixo, depois de 15 minutos ainda não achei avatar!
O jornal local estava mostrando uma aula de Práticas Agrícolas. Mexer na terra, ver uma plantinha geminar, depois fazer a colheita e preparar o alimento.
Atividades como esta deveriam ser do currículo obrigatório em todos os colégios, independente da questão de classe social econômica.
Fico agoniada quando tudo que é inclusivo, natural, saudável, positivo, agregador, fica rotulado como ação social pra pessoa em carente econômica, criando uma casta velada. Não que esta função de atender necessidades de quem nada tem não seja nobre, entretanto deveria ser parte do entendimento de cidadania, direito de todos. Ponto.
Já ouvi uma mãe daqui das redondezas dizer que “essa coisa” de oficina de pipa, aula de capoeira, teatro, musicalização, “essas coisas” são pra menino pobre de projeto social. Não é para o filho dela.
Numa outra ocasião, ouvi o diálogo entre duas menininhas quando íamos em visita a uma creche: “Minha mãe disse que nos vamos lá longe ver os pobres e como eles vivem”.
Se pensarmos em situação de risco social. Qualquer um de nós estamos sujeitos. Possuir por possuir não significa fazer bom uso. Ser bem nasciso não livra ninguém do contato com drogas e mazelas que um tempo livre mal empregado pode proporcionar.
Como se não fosse um risco, jovens que quase exclusivamente interagem por meio de nicks e avatares. Jovens que só liberam energia com experiências lisérgicas em raves ou nos cigarrinhos nas esquinas.
menino de bairro nobre também precisa ser estimulado desde pequeno a conviver, a compartilhar a respeitar as individualidades. Disso somos todos carentes.










